Corneta da Bahia

Paula Laboissière

Brasília - Limites para a distanásia – uso de meios artificiais para prolongar a vida – e o fortalecimento dos cuidados paliativos para pacientes terminais são alguns dos temas abordados pelo novo Código de Ética Médica, que entrou em vigor ontem. A legislação prevê ainda o veto à manipulação de células reprodutivas e maior autonomia ao paciente na hora de decidir que tipo de tratamento deseja enfrentar.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o trabalho de revisão do código começou em novembro de 2007 e foi concluído durante a 4ª Conferência Nacional de Ética Médica em agosto do ano passado. Médicos e entidades da sociedade civil tiveram oito meses para encaminhar propostas ao órgão.

“Todos estão cientes da revisão. O texto foi muito debatido com a classe. Ninguém pode alegar que não conhece o código”, destacou o corregedor do CFM, José Fernando Maia. Segundo ele, a medicina enfrenta atualmente situações que não existiam em 1988, quando surgiu a primeira legislação médica.

Para Maia, um dos destaques do código trata da autonomia do paciente que, a partir de agora,

tem o direito de ser informado sobre todos os procedimentos médicos a serem realizados,

sejam clínicos, terapêuticos ou de diagnóstico. No caso de estar impedido, um representante legal precisa ser ouvido. O médico só vai poder intervir quando houver perigo de vida para a pessoa.

O novo código prevê maior autonomia também para o médico, que não é mais obrigado a realizar nenhum tipo de procedimento apenas por ser permitido legalmente no Brasil.

Ele precisa, entretanto, indicar ao paciente um profissional que o faça.

Outra mudança trata do prontuário ou ficha clínica do paciente, da receita médica e do atestado médico. Todos devem ser redigidos com letra legível, além de ser obrigatório constar a data, o horário, o carimbo, o número no Conselho Regional de Medicina e a assinatura do profissional.

Sobre os cuidados paliativos, as regras valem para pacientes que já não apresentam, cientificamente, qualquer possibilidade de se recuperar devido a alguma doença terminal. “O médico não pode tomar medidas heróicas, prolongar essa vida que ele sabe que não tem

sentido. Mas é obrigado a suprir todas as suas necessidades para diminuir o sofrimento e a dor”, explicou o corregedor do CFM.

A legislação ainda responsabiliza o gestor do estabelecimento médico – e não mais o profissional de saúde – a encontrar, por exemplo, um substituto para o plantão. Antes, um médico que havia completado 12 horas ou mesmo 24 horas de trabalho era obrigado a ultrapassar seu horário caso um de seus colegas não aparecesse para o trabalho.

No caso do veto à reprodução assistida, o código prevê que o médico não manipule embriões. A escolha do sexo ou da cor dos olhos do bebê, por exemplo, fica proibida. Já a terapia gênica – procedimento que envolve a modificação genética de células somáticas como forma de tratar doenças – é permitida pela nova lei.

O texto completo do código pode ser lido online em http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/integra.asp

 

Edição: Graça Adjuto e Fabricio Zuardi

Novo Código de Ética Médica entra em vigor

O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz d'Avila, fala durante a cerimônia de lançamento do novo Código de Ética Médica
Brasília - O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz d'Avila, fala durante a cerimônia de lançamento do novo Código de Ética Médica (Elza Fiúza/ABr)

Sinhá Moça (2006)

da Wikipédia

Sinhá Moça foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo. Baseada no livro homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes e nos textos originais de Benedito Ruy Barbosa, foi readaptada para a televisão por Edmara Barbosa e Edilene Barbosa. Estreou em 13 de março de 2006, substituindo Alma Gêmea de Walcyr Carrasco no horário das 18 horas, sendo exibida até o dia 13 de outubro de 2006. Teve 185 capítulos.

Contou como Débora Falabella, Danton Mello, Eriberto Leão, Vanessa Giácomo, Bruno Gagliasso e Patrícia Pillar e Osmar Prado nos papeis principais.

A novela esta sendo reprisada desde 15 de março de 2010, substituindo Alma Gêmea na sessão Vale a Pena Ver de Novo.

Enredo

Monarquistas e republicanos se defrontam em Araruna, pequena cidade do interior paulista, em 1887, um ano antes da promulgação da Lei Áurea. A novela retrata a história de amor da bela e rica Sinhá Moça - filha do escravocrata Coronel Ferreira, o Barão de Araruna, e da doce e submissa Cândida - , com o jovem advogado abolicionista Dr. Rodolfo Fontes - filho de Dr. Fontes, e da dona-de-casa Inez. Juntos, eles enfrentam as dificuldades na campanha para a abolição dos escravos.

A novela começa em 1878, com Sinhá Moça aos 10 anos de idade. Ela está junto de Rafael, um escravo mestiço de olhos verdes e seu grande amigo de infância. Eles testemunham a morte de um escravo idoso, chamado Pai José, bisavô de Rafael e avô de sua mãe Maria das Dores. Pai José é chicoteado no tronco pelo feitor Bruno, a mando do Barão de Araruna. Mesmo criança, Sinhá Moça já enfrenta o pai e, com a ajuda de Rafael, com 12 anos, desamarram Pai José, que morre nos braços das duas crianças. Antes, o velho negro revela a

Rafael que ele é filho do Coronel Ferreira (o futuro Barão de Araruna). Essa revelação deixa o garoto abalado, pois ele já gosta de Sinhá Moça como homem. Por sorte, a menina não ouve essa conversa, sequer desconfia que ele é seu meio-irmão. Rafael vai falar com a mãe, a escrava Maria das Dores, que pede que o filho guarde segredo; nem o Barão tem conhecimento de sua paternidade. O Barão de Araruna - à época ainda conhecido por Coronel Ferreira - acredita que Rafael é filho de seu irmão Aristides, amante de Maria das Dores.

A mucama se deitara com o Barão uma única vez e à força. Mesmo grávida, continuara a se deitar com Aristides, mas logo revelou a ele o que havia acontecido. Aristides, ciente de tudo, quis comprar Maria das Dores, mas seu irmão, o Coronel Ferreira, não deixou que a negra fosse vendida. Durante alguns anos, Das Dores e Rafael continuam apanhando e sofrendo nas mãos dos feitores. Rafael, então, jura vingança contra o Barão. Anos depois, porém, Maria das Dores e seu filho são vendidos a um homem bom, que os leva para a capital paulista. Tempos depois, com a morte de Aristides, Maria das Dores irá herdar uma casa e um bom dinheiro, suficiente para comprar sua liberdade e a de seu filho Rafael.

Sinhá Moça chora muito com a despedida de Rafael e vai se consolar com Bá, uma escrava que a amamentou bebê, e que teve seu filho roubado pelo coronel assim que a criança nasceu, por pura maldade dele. Bá transferiu seu amor pelo filho roubado a ela, e a trata muito bem, e não guarda ódio do Coronel e o perdoou, e espera um dia reencontrar seu filho.

 

 

Oscar Magrini, interpretou Manoel Teixeira na novela Sinhá Moça (2006). Foto por Sérgio Savarese

 

Nove anos se passam e chega o ano de 1887. Sinhá Moça é, agora, uma bela e culta donzela, que estuda no ensino secundário, a fim de se formar no curso normal, para dar aulas ao primário de Araruna. Ela mora num pensionato com as amigas há 4 anos, contra a vontade do pai, que achava que ela devia se casar cedo e ter muitos filhos homens para administrarem a fazenda. Sua mãe, porém, conseguiu se impor, acreditando na importância do estudo para a vida de uma mulher.

Assim que seus estudos terminam, Sinhá Moça volta a Araruna. Na viagem de trem, ela conhece Rodolfo, um rapaz interessante mas que também a aborrece, principalmente quando conversam sobre Abolicionismo. Rodolfo disfarça suas idéias avançadas, por acreditar que a moça, filha de Barão, certamente deve ser monarquista e escravocrata. Grande engano. Sinhá Moça também é abolicionista e critica as atitudes do pai, o Barão de Araruna.

Mesmo mentindo, Rodolfo consegue causar uma grande impressão em Sinhá Moça. Com o tempo, ela irá se apaixonar por ele e viverão um grande amor, sempre escondido do pai dela. Principalmente quando o Barão descobre que Rodolfo é abolicionista, e mentiu o tempo todo apenas para se aproximar de sua filha.

Sinhá Moça e Rodolfo, junto de outros defensores da liberdade, invadem senzalas à noite e libertam os negros, entregando-os às associações abolicionistas, que os orientam rumo à nova vida. Isso causa comentários na cidade de Araruna, perante os austeros fazendeiros, liderados pelo cruel Barão.

Do outro lado da história está Dimas (que na verdade é o menino Rafael, ex-escravo alforriado), que volta a Araruna, muito poderoso, querendo vingança, com sua obstinada luta para destruir o Barão.

Antes de ser vendido pelo Barão, Dimas/Rafael foi o grande companheiro de infância de Sinhá Moça. Depois de alforriado, assumiu o nome de Dimas, e se tornou o braço direito de Augusto, um jornalista íntegro e abolicionista convicto. Apaixonada por Dimas está Juliana, neta do jornalista. Juliana e ele viverão um grande amor, e ambos, juntos com Sinhá Moça e Rodolfo, moverão céus e terras para destruir o Barão e prender todos os donos de escravos. Fundam uma sociedade abolicionista, e ajudam escravos fugitivos.

Tati Quebra-Barraco

com conteúdo da Wikipédia

Tati Quebra-Barraco, nome artístico de Tatiana dos Santos Lourenço (Rio de Janeiro, 20 de setembro de 1979), é uma cantora de funk brasileira. Atualmente é uma das principais expoentes do funk carioca. Foi criada na periferia do Rio de Janeiro, na favela da Cidade de Deus. Em entrevista à revista Veja, disse ter como inspiração musical a cantora pop americana Christina Aguilera.

Hoje mora em um luxuoso apartamento na Cidade de Deus. Fez mais de 10 cirurgias plásticas, incluindo implante de silicone nos seios e redução de estômago.

Em 1º de abril de 2009, Tati Quebra-Barraco tornou-se avó pela primeira vez, com apenas 29 anos. Sua filha primogênita, de 15 anos, deu à luz um menino, que recebeu o nome de Cauã.

“Crose”

Ontem no programa de televisão Super Pop a cantora afirmou ter mais de 1200 calças de marca no seu “crose” (sic).

Closet

da Wikipedia

A closet is a small and enclosed space, a cabinet, or a cupboard in a house or building used for general storage or hanging clothes. A closet, through French from Latin clausum, "closed" began life in the 17th century as a small private room, often behind a bedroom, to which a man or woman could retire, for privacy, reading, or enjoyment of personal works of art: for this usage, see Cabinet (room).

Modern closets can be built into the walls of the house during construction so that they take up no apparent space in the bedroom, or they can be a large, free-standing piece of furniture designed for clothing storage, in which case they are often called a wardrobe or armoire. Closets are often built under stairs, thereby using awkward space that would otherwise go unused.

In current British usage, a "wardrobe" can also be built-in, and the word "cupboard" can be used to refer to a closet. In Elizabethan and Middle English, closet referred to a larger room in which a person could sit and read in private, but now refers to a small room in general[1]. In Indian usage, a closet often refers to a toilet. This probably originated from the word water closet, which refers to a flush toilet.

In North America, chests, trunks and wall-mounted pegs typically provided storage prior to World War II. Built-in wall closets were uncommon and where they did exist, they tended to be small and shallow. Following World War II, however, deeper, more generously sized closets were introduced to new housing designs, which proved to be very attractive to buyers. It has even been suggested that the closet was a major factor in peoples' migration to the suburbs.

XKCD

por Randall Munroe

Trade Expert